FATOS POLICIAIS

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segunda-feira, 11 de março de 2013

CEL LUCAS PINTO


CEL LUCAS PINTO 
- 2/2/1936 a 01/8/1937 E DE 19-03-1946 A 22-04-1948
Natural de Apodi-RN, nascido a 11 de outubro de 1899 e faleceu em sua terra natal, no dia 6 de fevereiro de 1981, com 82 anos de idade. Filho de  CASSIMIRO FERREIRA PINTO  e de  VICENCIA  GOMES DE OLIVEIRA. Foi um dos primeiros estudantes do Grupo Escolar Ferreira Pinto, através do professor Antônio Lourêncio Dantas. Casou-se em 9 de novembro de 1924, com ADALGISA PINTO DA SILVEIRA, natural de Apodi-RN, filha de  Lucas Soares da Silveira e de  Zulmira Ferreira Pinto,  no Cartório de Apodi.
          Teve três filhos: JULIETTA, que faleceu na infância;  NEWTON PINTO (04/02/1926 – 18/03/2002), foi Juiz de Direito, Desembargador,  chegando a presidência do Tribunal de Justiça, tomando posse em 21 de março de 1975;  deputado estadual em várias legislaturas. Casado com NAIR  MONTE, com dois filhos: MARCOS  AGOSTINHO DO MONTE PINTO (09/08/1963), casado com Paula Consuello de Araújo Arcoverde Pinto, nascida a 29 de abril de 1968, filha de José Wellington e  Paula Francinete de Araújo e o Dr. GUILHERME NEWTON DO MONTE PINTO; e O Dr. JOSÉ DA SILVEIRA PINTO, formado em medicina, foi prefeito do Apodi, no período de 31 de março de 1958 a 31 de março de 1958. Depois se elegeu deputado estadual.
          Na infância e juventude Lucas Pinto dedicou-se à agricultura, plantando algodão, feijão e milho nas terras do sítio Pequé, ajudando os pais, a quem dedicava extremada afeição.
          Da agricultura enveredou para as atividades comerciais, colocando-se na firma JAZIMO E PINTO, onde se tornou sócio tempo depois. Em 1927, estabeleceu-se por conta própria com loja de tecidos. Daí em diante tornou-se fácil a tarefa de enriquecimento. Instalou novos negócios, inclusive um beneficiamento (descaroçador) de algodão, passando a ser o maior exportador desse produto agrícola e de cera de carnaúba de Apodi e região.
          Foi considerada uma das maiores fortunas individuais do Oeste Potiguar, possuidor de muitos bens e muito dinheiro. Durante anos foi uma espécie de banco. Emprestando dinheiro a juros aos agricultores, criadores, comerciantes. Chegou a possuir 40 propriedades rurais, as quais eram entregues aos  moradores que as exploravam sem pagar nenhuma renda. Este fato causava admiração a muita gente, pois seu Luquinha era considerado por muitos como um homem mesquinho.
          Uma de suas características marcantes, muito propalada, era a rigorosidade no limite dos seus gastos pessoais. E zelo extremado por tudo que lhe pertencia. Desde muito jovem nunca gastava mais do que o que ganhava. Era um poupador por convicção.
          Trabalhava dezesseis horas por dia. Às duas da madrugada já estava de pé, acordando empregados e operários. Costume que não falhava, era sair de casa com um farol aceso na mão, naquela hora, dirigindo-se ao seu escritório, onde dava ordens aos seus funcionários.
          Nos negócios comerciais e financeiros era rigoroso e exigente. Não gostava de dispensar nada. Para os amigos fiéis, entretanto, facilitava o que fosse possível.
          Lucas Pinto usava um tratamento bastante curioso para se comunicar com as pessoas. Para dar ordens, tratar de assuntos comerciais e outros. “Meu Caboclo” era a frase usada com freqüência pelo incansável comerciante. Falando de eleição costumava dizer: “o nosso candidato está eleito, meu caboclo”. Chamando a atenção de empregados, quando estavam errados em suas obrigações era comum usar, rigorosamente o tratamento “meu cabloco” no lugar do nome. Um velho hábito de Lucas Pinto
       “O MAIS PRESTIGIOSO POLÍTICO DE TODOS OS TEMPOS DE APODI E REGIÃO’. PREFEITO NOMEADO EM QUATRO PERÍODOS”. A FAMÍLIA PINTO QUE COMANDOU A POLÍTICA  APODIENSE POR VÁRIOS ANOS, INTERROMPIDA EM 18 DE FEVEREIRO DE 1963, COM A CASSAÇÃO DO PREFEITO JOÃO PINTO,  RETORNA AO COMANDO NOVAMENTE DA POLÍTICA DE APODI COM GORETE PINTO,  QUE APESAR DE  NÃO SER PINTO, E SIM, SILVEIRA, É CASADA COM O DR. KLINGER PINTO, TENDO EM VISTA QUE NO DIA 5 DER OUTUBRO DE 2008 FOI ELEITA PREFEITA PELO PMDB E NÃO REELEITA EM 7 DE OUTUBRO DE 2012. GORETE  PRIMEIRA MULHER APODIENSE A SER PREFEITA”.

BENEDITO VERAS SALDANHA - 10/1/1933


BENEDITO VERAS SALDANHA -  10/1/1933 a 24/7/1933
Benedito Saldanha, natural de Brejo do Cruz-PB a 5 de outubro de 1898 e faleceu em Caraúbas-RN em 17 de dezembro de 1961, filho de Joaquim da Silva Saldanha (Quinca Saldanha), natural de  Catolé do Rocha-PB, nascido a 14//11/1872 e faleceu em Caraúbas a 11/06/1936) e Joaquina Veras Saldanha. Era casado com Helena Veras Saldanha, pai dos seguintes filhos: Newton, Antonio, Sebastião, Joaquim, Maria do Socorro, Maria Auxiliadora e Francisca Saldanha. Grande fazendeiro e criador, com propriedades nos municípios de Caraúbas e Campo Grande. Beni Saldanha, como era mais conhecido, no dia 18 de abril de 1933, na condição de prefeito do Apodi, determinou que dois de seus capangas trouxessem coercitivamente, o coronel Lucas Pinto até sua presença, mas precisamente no 1º andar do prédio da Prefeitura Municipal. Com a chegada do Coronel Lucas Pinto, Benedito Saldanha de posse de um exemplar de um jornal e, o enrolado em forma de bola, disse que iria fazê-lo engolir a seco as denúncias contra ele, Benedito Saldanha, contidas naquele jornal. De imediato, ouve-se uma voz advinda da escada que dava acesso ao pavimento superior, cujo eco era de autoria da pessoa conhecida popularmente “DECA DE CAVACO”, colocando  medo no valentão Benedito Saldanha, ao ver surgir aquela pessoa, este havia sido avisado por um popular. Ao chegar no salão da prefeitura, Deca Cavaco foi logo derrubando com uma rasteira a dois capangas que tentaram impedir seu acesso ao gabinete do prefeito. Ele antes de tal coragem já tinha bebido um copo  de cachaça, fato acontecido na bodega de um senhor conhecido pela alcunha de ‘CHICO CEGO”.
          Já no interior da Prefeitura Deca Cavaco de posse de um  belo punhal que conduzia à cinta e, sem meias palavras o cravou sobre a mesa, afirmando que: “Meu padrinho  Luquinha, se o senhor  tiver de comer este jornal,  você – Benedito Saldanha, também terá de comer outro. Nesse ínterim, o Coronel Benedito Saldanha estava acompanhado de seguranças, na época chamados de jagunços ou capangas. O valentão Benedito Saldanha verificando  a  grande firmeza de Deca não teve outra solução, ou seja, a de desistir de sua louca vontade e, covardemente ou reconhecedor, convidou-o para posteriormente, beberem e jogarem baralho, tendo Deca respondido-lhe que não bebo nem jogo com bandido. Retirando do recito, com cuidado, acompanhado de Lucas Pinto. De acordo com  o senhor Alaires   Dias de Freitas, o conhecidíssimo “VELHO LALÁ”, natural de Apodi, nascido a 13 de novembro de 1934,  filho de DOMINGOS FREIRE DE FREITAS, natural de Apodi, nascido  em 15/9/1899 e falecido em 7/6/1989, filho de Pedro Advincula Freire Silveira e de Querobinda Balbina de Freitas; e de Dona ADOLPHINA CÂNDIDA DIAS, natural de Apodi, nascida em 18/10/1903 e falecida em  27/4/1997, filha de Hermínio Tolentino Alves de Oliveira e de Petronila Pastora do Patrocínio,  disse-me que o Deca Cavaco era um tipo leopardo na agilidade e um lobo na agressividade.
          Obs.: No livro “APODI, SUA HISTÓRIA”, de autoria do saudoso Valter de Brito Guerra (12/08/1923 – 11/09/2002), página Nº. 57, cita  BENEDITO DANTAS SALDANHA, porém, acho  que não existe essa pessoa, pode  existir, porém, o pesquisador  deveria ter mencionado BENEDITO VERAS SALDANHA. Pesquisei bastante em Campo Grande, Caraúbas, Apodi e Mossoró e não encontrei  esse Benedito Dantas Saldanha. Portanto, o nome certo deve ser mesmo BENEDITO VERAS SALDANHA. Em Mossoró tem uma rua com o nome BENEDITO SALDANHA DA SILVA.  Atenção!!! Pesquisador MARCOS PINTO, tente elucidar esse equivoco  ou certeza provocado pelos antigos pesquisadores apodienses. Talvez, Vossa Excelência  tenha a biografia de BENEDITO DANTAS SALDANHA. Com certeza existe uma controvérsia já que o livro do saudoso Valter Guerra  no que diz respeito, de grafar BENEDITO DANTAS SALDANHA,  e não BENEDITO VERAS SALDANHA.

SEBASTIÃO SIZENANDO SENA E SILVA - 26/9/193


SEBASTIÃO SIZENANDO SENA E SILVA -  26/9/1932 a 10/1/1933
                   SEBASTIÃO SIZENANDO, vulgo Sebastião de Dino, natural de Apodi, nascido em 27 de maio de 1883 e falecido em 23 de abril de 1942, filho de Bernardino Sizenando  Aires de Sena e Lima, este filho de  Agostinho Joaquim de Lima e de Maria Martins do Nascimento; e de   Inocência Felicia da Conceição, conhecida popularmente conhecida pela alcunha de MAEZINHA, esta filha de  Manoel Jácome Cavalcante e de Felicia Maria da Conceição. Era casado com Odília Amélia de Sena e Silva, com os seguintes filhos: JOSÉ SIZENANDO DE SENA E SILVA, nascido em 26 de julho de 1908 e falecido em  7 de setembro de 2001, casado com Raimunda Maria Nunes de Sena, natural de Apodi, nascida em 24 de setembro de 1937, filha de Francisco das Chagas Fernandes e de Amanda Celestina Pinheiro, com os seguintes filhos: Luiz Nunes Sizenando, vulgo “MILONGA”, nascido em 14 de março de 1959, casado com Antonia Brotas Pinheiro Sizenando, natural de Taboleiro do Norte-CE, nascida em 8 de setembro de 1968, filha de Joaquim Pinheiro Chaves e de Auta Rosendo Chaves, com 4 filhos: Pio Giannotty Pinheiro Sizenando, nascido em 27 de novembro de 1985, Bem-hur Pinheiro Sizenando, nascido em 21 de julho de 1988, Judah Pinheiro Sizenando, nascido em 5 de maio de 1994, Judah Pinheiro Sizenando, nascido em 5 de maio de 1994, e Sadrak Pinheiro Sizenando, nascido em 3 de agosto de 1996; Maria Nunes da Conceição, vulgo “JUREMA”, nascida em 15 de novembro de 1962; Sebastião Paulo Neto, nascido em 19/01/64, casado com Damiana Vieira da Costa Sizenando, natural de Apodi, nascida a 7 de setembro de 1964, filha de Manuel EVANGELISTA DA COSTA (BURECO) e de Raimunda Maria dos Santos, com dois filhos: JOSÉ SIZENANDO DE SENA E SILVA NETO (31/3/1989) e Paulo Henrique Vieira Sizenando (11/9/1993);  Maria Nunes de Sena,  nascida em 15 de novembro de 1962,  e Francisco Nunes Sizenando, nascido em 6 de janeiro de 1968.  JOSUÉ SIZENANDO DE SENA E SILVA, nascido em 8 de maio de 1913 e falecido em 30 de maio de 1993, casou-se em 26 de dezembro de 1956,  com Margarida Dantas Mulatino,natural de Apodi, nascida em 14 de janeiro de 1930, filha de João Ferreira Mulatino e de Inez Gentil Dantas,  com três filhos:  INES ODÍVIA NETA, nascida em 10 de setembro de 1957, casou-se em primeiras núpcias com JOSÉ MAIA DA SILVA (03/05/1948 – 24/8/2004), filho de João Custodio da Silva e de Expedita Ferreira Maia, com os seguintes filhos: Josimés Maria Sizenando Maia Custódio Dantas, nascida em 8 de março de 1988.; Aghatâgela Guilherme Silva Dantas Vieira da Costa, nascida em 10 de junho de 1996; e Margarida Virgínia Silva Dantas Vieira da Costa, nascida em 22 de março de 200.  Em segundas núpcias com Manoel Genilson Vieira da Costa, natural de Apodi, nascido em 26 de novembro de 1968, filho de Manoel Evangelista da Costa (Bureco)  e de  Raimunda Viera da Costa;  APARECIDO DANTAS DE FREITAS, nascido em 24 de agosto de 1958, casado com Maria das Graças Carlos Freitas, natural de Apodi, nascida em 2 de novembro de 1955, filha de Clemente Carlos Marinho e Antonia Marinho Carlos, com três filhos: Izaac Carlos de Freitas, Ítalo Romeu Carlos de Freitas e Josué Sizenando de Sena e Silva Neto; AGLATÂNGELO DANTAS DE FREITAS (16/03/1964 – 1//11/1975); ANTONIO AUGUSTO DANTAS, nascido em  8 de fevereiro de 1966; IARA DANTAS DE FREITAS BERNARDES, nascida em 23 de julho de 1967, casada com Algenor Bernandes Filho, com uma filha: Sara Arielly Sizenando Dantas Bernandes, nascida em 22 de agosto de 1888. Josué Sizenando exerceu a função de oficial de justiça por mais de 30 anos, começando no ano de 1952, substituindo o velho oficial Manuel Raimundo Dantas. MARIA DE LOURDES DE SENA E SIZENANDO, nascida em 26 de agosto de 1918, casada com o soldado PM Raimundo Justino de Oliveira, natural de Apodi, natural de Apodi, nascido em 3 de março de 1918 e falecido em 27 de março de 2007,  filho de Francisco Justino de Oliveira e de Antonia Justina de Oliveira; RAIMUNDO SENA, INOCÊNCIA SIZENANDO, AMELIA SIZENANDO,  natural de Apodi, nascida em 26 de julho de 1907; ILAURA SIZENANDO DE SENA, casada com Euzébio Alves Pinto; MARIA SIZENANDO, nascida em 26 de julho de 1906; MANOEL CÍCERO DE LIMA, natural de Apodi, nascido em 1901 e falecido em 1976, casado com Maria Pereira Torres, com os seguintes filhos:  FRANCISCO CHAVES SIZENANDO, nascido em 8 de agosto de 1934, casado em primeiras núpcias com Raimunda Gomes de Oliveira, natural de Apodi, nascida em  19 de setembro de 1938 e falecida em 14 de abril de 2003, filha do saudoso prefeito Izauro Camilo de Oliveira e Maria Gomes de Oliveira, com os seguintes filhos: FRANCISCO CHAVES SIZENANDO FILHO, natural de Apodi, nascido em 4 de março de 1963 e faleceu em sua residência a 2 de junho de 2008.   Casou-se em primeiras núpcias, com Evania Marinho de Paiva Sizenando, natural de Apodi, nascida em 20 de fevereiro de  1961, filha de Altino Dias de Paiva e Anita Marinho de Paiva, com um filho:           ROGER  ILLAMISEN CHAVES SIZENANDO, nascido em 26 de novembro de  1977,  e  em segundas núpcias com  EVILMAR MAIA DIÓGENES, nascida em  8 de abril de 1961, esta filha de Wilson Custódio Diógenes, nascido em 10 de abril de 1930, filho de  Valdemiro Custódio da Silva e Cecília Joaquina Diógenes (17/5/1905 – 22/01/1977) e Maria da Conceição Maia Custódio. Filhos:  THIAGO STUART MAIA CHAVES SIZENANDO, nascido em 16 de maio de 1983 e  THAYS JANAINA MAIA CHAVES SIZENANANDO,  nascida em 25 de setembro de 1984. E em segundas núpcias com MARIA ZÉLIA MOREIRA GURGEL SIZENANDO, natural de Iracema, nascida em 12 de junho de 1955, sem descendência. MARIA DO SOCORRO SIZENANDO, nascida em  1º de agosto de 1938; MARIA DO CARMO SIZENANDO; MARIA EUDETE SIZENANDO, MARIA IDEUSA SIZENANDO, Nascida em 25 de dezembro de 1945; MARIA DAS GRAÇAS SIZENANDO, FRANCISCO ARI SIZENANDO, nascido em 18 de março de 1957; ARI AIRES SIZENANDO; e MARIA DA SALETE SIZENANDO, nascida em 7 de janeiro de 1947. Sebastião Sizenando foi um dos homens apodienses mais inteligentes de sua época. Foi delegado de polícia, juiz de paz, político e prefeito de sua terra natal.  

quarta-feira, 6 de março de 2013

TENENTE PM SOLON ANDRADE DE ARAÚJO - 6/5/1931


TENENTE PM SOLON ANDRADE DE ARAÚJO -  6/5/1931 a 26/9/1932
TENENTE SOLON ANDRADE DE ARAÚJO, natural de Natal, antigo oficial da Polícia Militar do Rio Grande do Norte. Poeta e um “soldado perfeito,  coronel Sólon Andrade era estimado na caserna, pois com os superiores e subalternos sabia viver, pondo em linhas paralelas a disciplina militar e o sentido humano que deve estar presente em todos os atos da vida”. Faleceu no dia 16 de março de 1956.

CORONEL TILON GURGEL DO AMARAL- 30/10/1930


CORONEL TILON GURGEL DO AMARAL-  30/10/1930 a 5/5/1931
TILON GURGEL DO AMARAL, natural de Apodi, nascido em 7 de janeiro de 1881, filho do coronel Tiburcio Valeriano Gurgel do Amaral e de Caetana Jusemira de Oliveira. Tilon Gurgel no início do século XX construiu um grande casarão as margens esquerda do Rio Mossoró/Apodi, atual Rua Tilon Gurgel, na cidade Baixa – Felipe Guerra, dando assim o marco inicial da cidade de Felipe Guerra que hoje tem. Portanto, Tilon Gurgel foi o fundador do município de Felipe Guerra. Porém, queremos ressaltar que o povoado de Pedra de Abelhas teve início no dia 24 de outubro de 1818 quando teve como primeiro proprietário o senhor Vicente Ferreira Pinto (23/7/1787 – 15/6/1847). Tilon Gurgel era casado com Josefa Dalila Gurgel, com os seguintes filhos: RAIMUNDO GURGEL DA NÓBREGA (22/8/1906 – 26/07/1957) e Dr. AILSON GURGEL DO AMARAL (faleceu em 11/11/2007, com 71 anos de idade), primeiro prefeito constitucional de Felipe Guerra, eleito em 25 de janeiro de 1965, tomou posse em 31 de janeiro daquele ano e administrou até 31 de janeiro de 1970, quando passou o cargo para seu substituto, na pessoa de Francisco Chagas da Silva.  Foi o candidato derrotado na primeira  pleito municipal de 2 de setembro de 1928, quando foi derrotado por Francisco Ferreira Pinto. No dia 30 de setembro de 1975 o prefeito Luiz Gurgel do Amaral inaugurou um grupo escolar situado no povoado de Poço de Tilon, cujo grupo teve o nome de Tilon Gurgel. Foi prefeito nomeado de Apodi, no período de 30/10/1930 a 5/5/1931.
      Tilon Gurgel faleceu no dia 23 de julho de 1968.

COSME CORSINO LEMOS - 9/10/1930


P R E F E I T O S 
    N O M E A D O S




COSME CORSINO LEMOS -  9/10/1930 a 29/10/1930
Cosme Lemos de Souza, natural de Martins-RN, nascido a  4/2/1904, filho de  Alfredo de Souza  Lemos e de Ana Vidal Lemos. Casou-se em Apodi-RN, em 9/5/1928, com Hilda Lopes de 0liveira, filha de Antonio Lopes Correia Pinto e de Maria 0limpia de oliveira. Deputado à Constituinte Estadual em 1947.

F R A N C I S C O F E R R E I R A P I N T O - 29/01/1929 - 1° PREFEITO CONSTITUCIONAL DE APODI


PREFEITO CONSTITUCIONAL

          0bs.: O cargo de prefeito constitucional foi criado com a reforma da Constitucional de 4/8/1926. No dia 2/9/1928 houve eleições em todo o Estado do Rio Grande do Norte. Em Apodi, foi eleito o coronel Francisco Ferreira, que já exercia a função de presidente da Intendência Municipal. O companheiro  de chapa de Ferreira Pinto foi  o senhor Luiz Sulpino da Silveira Júnior, os quais tomaram posses em 01/01/1929 e governaram até o dia 9/10/1930, quando aconteceu o Golpe de Estado, tendo sido nomeado para governar o município, o senhor Cosmo Lemos.

F R A N C I S C O    F E R R E I R A 
   P  I N T O -  29/01/1929 a 09/10/1930
Natural de Apodi-RN, nascido a 17 de abril de 1895, filho de  CASSIMIRO FERREIRA PINTO  e de  VICENCIA  GOMES DE OLIVEIRA. Foi o mais habilidoso Político do Apodi em todos os tempos. Foi eleito várias vezes   deputado estadual e presidente da Intendência Municipal. Foi eleito o primeiro prefeito Constitucional de Apodi, no dia 2 de setembro de 1928, vencendo seu opositor na pessoa do Coronel Tilon Gurgel do Amaral, obtendo a consagradora votação sob o total de 694 votos. Tomou posse no dia lº de janeiro de l929, cujo mandato foi Interrompido em 9 de outubro de l930, devido  A resolução de 1930.No ano de 1927 foi preso, por um grupo de Cangaceiros que veio ao Apodi com  finalidade de Assassina-lo, por questões de ordem Política surgidas pela passagem da eleição do Primeiro prefeito apodiense,no mês de  julho de l933 foi Intimado a comparecer à presença do  REPRESENTANTE do Interventor MÁRIO CÂMARA, em APODI, BENEDITO SALDANHA para justificar supostas críticas por ele feitas, ao sistema de Governo que estava sendo adotado no Estado,ficando Preso numa das celas da cadeia pública de Apodi. Casou-se  em 20 de setembro de 1913 com MARIA SOLOME DIÓGENES PINTO, filha do Major Francisco Diógenes Paes Botão e  Antonia Zenóbia Ferreira Pinto, a qual foi a primeira eleitora apodiense, inscrita em 1928 e residia na Rua Nossa Senhora da Conceição, na casa próximo a Casa Paroquial
     No dia 2 de maio de 1934, foi assassinado no seu próprio lar, quando se recolhia para dormir.
VICE PREFEITO – LUIZ SULPINO DA SILVEIRA JÚNIOR

Natural de Apodi, filho de  Luiz Sulpino da Silveira, este filho de  José Sulpino Paes Botão ; e de Maria Luiza da Silveira, filha de Luiz Soares da Silveira e de Maria Benedicta Beltrão da Silveira

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