segunda-feira, 11 de março de 2013

MAJOR PM JOAQUIM TEIXEIRA DE MOURA - 25/3/1944


# MAJOR PM JOAQUIM TEIXEIRA DE MOURA - De 25/3/1944 a 27/5/1945
Coronel Joaquim TEIXEIRA, nasceu para ser soldado. Policial Militar da gloriosa Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte, rigoroso no garbo, quase perverso por obrigação do ofício. Valente e rigorosíssimo no cumprimento dos deveres e das ordens que recebia. De cultura elementar, a prática ensinou-o a completar- para o que a vida lhe dera: ser militar. FONTE LIVRO 2° BPM  – NOTAS PARA A HISTÓRISA, DE ANTONIO NONATO DE OLIVEIRA
FOTO: BLOG TOK DE HISTÓRIA DE ROTAND MNEDEIROS

PADRE 0RÍGEM MONTE - 23/9/1940


PADRE 0RÍGEM MONTE - De  23/9/1940 a  25/3/1944
                   Origem Monte, natural de Natal, filho de  Pedro Alexandre do Monte e de Belarmina Sobral do Monte. Ordenou-se sacerdote já sexagenário, depois de enviuvar. Era irmão do Cônego Luiz Gonzaga do Monte, nascido em 3 de janeiro de 1905 e falecido em 18 de fevereiro de 1944   e de DOM NIVALDO MONTE, nascido em 15 de março de 1918 e falecido em 10 de novembro de 2006, o qual havia celebrado  sua primeira missa no dia 14 de maio de 1940.

DRIÃO BEZERRA DE MENEZES - 12/11/1935


# ADRIÃO BEZERRA DE MENEZES -  12/11/1935 a 2/2/1936
      ADRIÃO BEZERRA DE MENEZES, nascido na povoação de Malhada Vermelha no dia 15 de outubro de 1863, filho de Joaquim Bezerra de Menezes e de Maria 0límpia de 0liveira. Era casado com Francisca Noronha. Ele ocupou vários cargos eletivos, dentre os quais o de antigo Intendente Municipal em várias vezes legislaturas, no município de Apodi, como também exerceu o cargo de prefeito nomeado de Apodi, governando de  12 de novembro de 1935 a 2 de fevereiro de 1936, por ato governamental assinado pelo governador Rafael Gurjão Fernandes (24/10/1891 – 11/6/1952).  Foi delegado de polícia no município de Apodi no período de  1933 a 1935. Era genitor de Elisa Menezes, primeira professora de Malhada Vermelha no ano de 1928.
          Adrião Bezerra faleceu na noite do dia 12 de outubro de 1955, com 92 anos de idade. 

TENENTE PM ABÍLIO CAMPOS - 17/7/1934


# TENENTE PM ABÍLIO CAMPOS -  17/7/1934 a  12/11/1935
FOTO:INTERNET

LUIZ FERREIRA LEITE - 24/7/1933


# LUIZ FERREIRA LEITE -  24/7/1933 a 17/7/1934
LUIZ FERREIRA LEITE, natural de Apodi, nascido em  24/7/1924,  filho do coronel João Ferreira Leite e Cristina Veras Leite, casado com Josetina Leite Pinto, filha de Miguel Ferreira Pinto e de Isabel Zenobia Pinto. Sua nomeação devera-se ao seu irmão, o coronel João Ferreira Leite (25/2/1878 – 5/3/49), comerciante e radicado em Mossoró e que era um dos 86 liberais que sufragaram o nome de Getúlio Vargas, na eleição de 1930. Além de que o mesmo João Leite tinha uma filha casada com o irmão de Mário Câmara, chefe de gabinete de Getúlio Vargas. Protegido por Mário Câmara, ele manteve-se atrelado ao cargo de prefeito até 16 de julho de 1934. Sua gestão administrativa não passou de atos de rotina. Ele foi o mandante da morte do prefeito Francisco Ferreira Pinto.
FONTE EM PARTE: VÁLTER GUERRA E MARCOS PINTO

CEL LUCAS PINTO


CEL LUCAS PINTO 
- 2/2/1936 a 01/8/1937 E DE 19-03-1946 A 22-04-1948
Natural de Apodi-RN, nascido a 11 de outubro de 1899 e faleceu em sua terra natal, no dia 6 de fevereiro de 1981, com 82 anos de idade. Filho de  CASSIMIRO FERREIRA PINTO  e de  VICENCIA  GOMES DE OLIVEIRA. Foi um dos primeiros estudantes do Grupo Escolar Ferreira Pinto, através do professor Antônio Lourêncio Dantas. Casou-se em 9 de novembro de 1924, com ADALGISA PINTO DA SILVEIRA, natural de Apodi-RN, filha de  Lucas Soares da Silveira e de  Zulmira Ferreira Pinto,  no Cartório de Apodi.
          Teve três filhos: JULIETTA, que faleceu na infância;  NEWTON PINTO (04/02/1926 – 18/03/2002), foi Juiz de Direito, Desembargador,  chegando a presidência do Tribunal de Justiça, tomando posse em 21 de março de 1975;  deputado estadual em várias legislaturas. Casado com NAIR  MONTE, com dois filhos: MARCOS  AGOSTINHO DO MONTE PINTO (09/08/1963), casado com Paula Consuello de Araújo Arcoverde Pinto, nascida a 29 de abril de 1968, filha de José Wellington e  Paula Francinete de Araújo e o Dr. GUILHERME NEWTON DO MONTE PINTO; e O Dr. JOSÉ DA SILVEIRA PINTO, formado em medicina, foi prefeito do Apodi, no período de 31 de março de 1958 a 31 de março de 1958. Depois se elegeu deputado estadual.
          Na infância e juventude Lucas Pinto dedicou-se à agricultura, plantando algodão, feijão e milho nas terras do sítio Pequé, ajudando os pais, a quem dedicava extremada afeição.
          Da agricultura enveredou para as atividades comerciais, colocando-se na firma JAZIMO E PINTO, onde se tornou sócio tempo depois. Em 1927, estabeleceu-se por conta própria com loja de tecidos. Daí em diante tornou-se fácil a tarefa de enriquecimento. Instalou novos negócios, inclusive um beneficiamento (descaroçador) de algodão, passando a ser o maior exportador desse produto agrícola e de cera de carnaúba de Apodi e região.
          Foi considerada uma das maiores fortunas individuais do Oeste Potiguar, possuidor de muitos bens e muito dinheiro. Durante anos foi uma espécie de banco. Emprestando dinheiro a juros aos agricultores, criadores, comerciantes. Chegou a possuir 40 propriedades rurais, as quais eram entregues aos  moradores que as exploravam sem pagar nenhuma renda. Este fato causava admiração a muita gente, pois seu Luquinha era considerado por muitos como um homem mesquinho.
          Uma de suas características marcantes, muito propalada, era a rigorosidade no limite dos seus gastos pessoais. E zelo extremado por tudo que lhe pertencia. Desde muito jovem nunca gastava mais do que o que ganhava. Era um poupador por convicção.
          Trabalhava dezesseis horas por dia. Às duas da madrugada já estava de pé, acordando empregados e operários. Costume que não falhava, era sair de casa com um farol aceso na mão, naquela hora, dirigindo-se ao seu escritório, onde dava ordens aos seus funcionários.
          Nos negócios comerciais e financeiros era rigoroso e exigente. Não gostava de dispensar nada. Para os amigos fiéis, entretanto, facilitava o que fosse possível.
          Lucas Pinto usava um tratamento bastante curioso para se comunicar com as pessoas. Para dar ordens, tratar de assuntos comerciais e outros. “Meu Caboclo” era a frase usada com freqüência pelo incansável comerciante. Falando de eleição costumava dizer: “o nosso candidato está eleito, meu caboclo”. Chamando a atenção de empregados, quando estavam errados em suas obrigações era comum usar, rigorosamente o tratamento “meu cabloco” no lugar do nome. Um velho hábito de Lucas Pinto
       “O MAIS PRESTIGIOSO POLÍTICO DE TODOS OS TEMPOS DE APODI E REGIÃO’. PREFEITO NOMEADO EM QUATRO PERÍODOS”. A FAMÍLIA PINTO QUE COMANDOU A POLÍTICA  APODIENSE POR VÁRIOS ANOS, INTERROMPIDA EM 18 DE FEVEREIRO DE 1963, COM A CASSAÇÃO DO PREFEITO JOÃO PINTO,  RETORNA AO COMANDO NOVAMENTE DA POLÍTICA DE APODI COM GORETE PINTO,  QUE APESAR DE  NÃO SER PINTO, E SIM, SILVEIRA, É CASADA COM O DR. KLINGER PINTO, TENDO EM VISTA QUE NO DIA 5 DER OUTUBRO DE 2008 FOI ELEITA PREFEITA PELO PMDB E NÃO REELEITA EM 7 DE OUTUBRO DE 2012. GORETE  PRIMEIRA MULHER APODIENSE A SER PREFEITA”.

BENEDITO VERAS SALDANHA - 10/1/1933


BENEDITO VERAS SALDANHA -  10/1/1933 a 24/7/1933
Benedito Saldanha, natural de Brejo do Cruz-PB a 5 de outubro de 1898 e faleceu em Caraúbas-RN em 17 de dezembro de 1961, filho de Joaquim da Silva Saldanha (Quinca Saldanha), natural de  Catolé do Rocha-PB, nascido a 14//11/1872 e faleceu em Caraúbas a 11/06/1936) e Joaquina Veras Saldanha. Era casado com Helena Veras Saldanha, pai dos seguintes filhos: Newton, Antonio, Sebastião, Joaquim, Maria do Socorro, Maria Auxiliadora e Francisca Saldanha. Grande fazendeiro e criador, com propriedades nos municípios de Caraúbas e Campo Grande. Beni Saldanha, como era mais conhecido, no dia 18 de abril de 1933, na condição de prefeito do Apodi, determinou que dois de seus capangas trouxessem coercitivamente, o coronel Lucas Pinto até sua presença, mas precisamente no 1º andar do prédio da Prefeitura Municipal. Com a chegada do Coronel Lucas Pinto, Benedito Saldanha de posse de um exemplar de um jornal e, o enrolado em forma de bola, disse que iria fazê-lo engolir a seco as denúncias contra ele, Benedito Saldanha, contidas naquele jornal. De imediato, ouve-se uma voz advinda da escada que dava acesso ao pavimento superior, cujo eco era de autoria da pessoa conhecida popularmente “DECA DE CAVACO”, colocando  medo no valentão Benedito Saldanha, ao ver surgir aquela pessoa, este havia sido avisado por um popular. Ao chegar no salão da prefeitura, Deca Cavaco foi logo derrubando com uma rasteira a dois capangas que tentaram impedir seu acesso ao gabinete do prefeito. Ele antes de tal coragem já tinha bebido um copo  de cachaça, fato acontecido na bodega de um senhor conhecido pela alcunha de ‘CHICO CEGO”.
          Já no interior da Prefeitura Deca Cavaco de posse de um  belo punhal que conduzia à cinta e, sem meias palavras o cravou sobre a mesa, afirmando que: “Meu padrinho  Luquinha, se o senhor  tiver de comer este jornal,  você – Benedito Saldanha, também terá de comer outro. Nesse ínterim, o Coronel Benedito Saldanha estava acompanhado de seguranças, na época chamados de jagunços ou capangas. O valentão Benedito Saldanha verificando  a  grande firmeza de Deca não teve outra solução, ou seja, a de desistir de sua louca vontade e, covardemente ou reconhecedor, convidou-o para posteriormente, beberem e jogarem baralho, tendo Deca respondido-lhe que não bebo nem jogo com bandido. Retirando do recito, com cuidado, acompanhado de Lucas Pinto. De acordo com  o senhor Alaires   Dias de Freitas, o conhecidíssimo “VELHO LALÁ”, natural de Apodi, nascido a 13 de novembro de 1934,  filho de DOMINGOS FREIRE DE FREITAS, natural de Apodi, nascido  em 15/9/1899 e falecido em 7/6/1989, filho de Pedro Advincula Freire Silveira e de Querobinda Balbina de Freitas; e de Dona ADOLPHINA CÂNDIDA DIAS, natural de Apodi, nascida em 18/10/1903 e falecida em  27/4/1997, filha de Hermínio Tolentino Alves de Oliveira e de Petronila Pastora do Patrocínio,  disse-me que o Deca Cavaco era um tipo leopardo na agilidade e um lobo na agressividade.
          Obs.: No livro “APODI, SUA HISTÓRIA”, de autoria do saudoso Valter de Brito Guerra (12/08/1923 – 11/09/2002), página Nº. 57, cita  BENEDITO DANTAS SALDANHA, porém, acho  que não existe essa pessoa, pode  existir, porém, o pesquisador  deveria ter mencionado BENEDITO VERAS SALDANHA. Pesquisei bastante em Campo Grande, Caraúbas, Apodi e Mossoró e não encontrei  esse Benedito Dantas Saldanha. Portanto, o nome certo deve ser mesmo BENEDITO VERAS SALDANHA. Em Mossoró tem uma rua com o nome BENEDITO SALDANHA DA SILVA.  Atenção!!! Pesquisador MARCOS PINTO, tente elucidar esse equivoco  ou certeza provocado pelos antigos pesquisadores apodienses. Talvez, Vossa Excelência  tenha a biografia de BENEDITO DANTAS SALDANHA. Com certeza existe uma controvérsia já que o livro do saudoso Valter Guerra  no que diz respeito, de grafar BENEDITO DANTAS SALDANHA,  e não BENEDITO VERAS SALDANHA.

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